Stollen Natalino

Destacado

10382616_10202406782924917_3740881939750583580_o
Stollen Natalino

Receita baseada na tradicional receita do Dresdner Christstollen
Por Miguel Winge
Todos devem provar um pedaço do bolo natalino Stollen. O mais famoso vem de Dresden. Segundo a lenda, na Idade Média, essa iguaria era típica da Quaresma. Nessa época, o bolo era feito de farinha de trigo, fermento e água. Em 1491, por meio da chamada “Carta da Manteiga”, o papa Inocêncio 8° permitiu aos padeiros de Dresden que fabricassem o Stollen com ingredientes mais gordurosos.

Continuar lendo

O VERDADEIRO PANETONE ITALIANO

Destacado

forno_slide
O VERDADEIRO PANETONE ITALIANO
com fermento natural a moda italiana (lievito madre)
Receita por Miguel Winge

Panetone é um pão doce tradicional italiano enriquecido com ingredientes de primeira, originalmente preparado e apreciado em Milão durante todo o ano, e depois em toda Itália para o Natal e Ano Novo.

Panetone requer uma técnica de sova muito disciplinada. Se você não está
disposto a ser paciente e calmo , não comece! Continuar lendo

PÃO AUSTRALIANO A RECEITA DEFINITIVA

Destacado

Imagem
A Receita Definitiva do Pão Australiano

O pão australiano é realmente uma delícia. Para falar a verdade, não sei se comem esse pão na Austrália; quem o torna popular é a famosa cadeia de restaurantes Outback Steakhouse®. Quem nunca foi ao restaurante, está perdendo uma refeição deliciosa. Especializado em bifes (ou steaks no original), e com temática australiana, o restaurante serve como entrada um delicioso pão.

O segredo da receita dessa delícia é guardado a 7 chaves. Existem diversas versões da receita disponíveis na rede, com ingredientes variados. Esta receita foi adaptada usando diversas receitas publicadas e, ao que parece, chegaram em uma versão satisfatória. Continuar lendo

Sonho – A receita da massa perfeita

sonho_faceUM SONHO DE MASSA

A RECEITA Continuar lendo

Anúncios

A CULTURA DO PÃO

Vídeo

Este curto documentário filmado nos anos 60 e 70 em filme P&B e colorido 16 mm nas montanhas do Tirol na Áustria, mostra como era duro e demorado para plantar, colher, extrair, moer para obter a farinha de centeio para finalmente assar os pães.
O pão era feito uma única vez por anos durante dois a três dias e eram produzidos algo em torno de 1.700 pães que davam para alimentar uma família de 6 pessoas durante todo o ano.
Assista e se emocione como eu, ao ver este material recebido em diversos pequenos vídeos de um amigo chef padeiro austríaco.
Como é fácil fazer pão hoje em dia!

 

 

.

🙂

 

A MAGIA DE FAZER UM PÃO

Vídeo

Este vídeo mostra detalhadamente como se faz um pão rústico com fermento natural em casa do início ao fim.
Aprenda os detalhes de cada passo e veja como é mágico a transformação da farinha e da água em um pão.

Vídeo original: Brothers Green

.

🙂

 

[Padaria do Dia] – Padaria de supermercado

Vídeo

Esta é a vida de um dia na padaria do supermercado “Recheio Cash & Carry” em Portugal, mas este vídeo poderia ter sido feito em qualquer uma das centenas de padarias que fazem parte dos pequenos e grande supermercado aqui no Brasil.

 

 

🙂

 

[Padaria do Dia] – Miolo Padaria Orgânica

O caminho que leva à Serra da Cantareira não é óbvio, vai deixando cheiros, fumaça e agito para trás. O ar fica rarefeito e a sensação térmica é de alguns graus Celsius a menos. O cheiro de pão fresco no topo de uma avenida em elevação é inebriante, e o lugar pede menos pressa. A Miolo é uma das melhores notícias do ano para os amantes de pães assados com cuidado. Boa opção para quem mora na Zona Norte ou aos que visitam o Horto Florestal com a família, o lugar vende pães, sorbets orgânicos, biscoitos, ciabattas, cafés e prepara café da manhã à la carte.

Continuar lendo

[Padaria do Dia] – Beth Bakery, São Paulo

Vídeo

A Beth é engenheira de formação. E, um dia, não aguentou mais a vida corporativa, essa que suga a gente até a última gota de felicidade. Estudou com Rogerio Shimura, um panificador bem conhecido aqui em São Paulo. Decidiu que ia fazer o que amava e fazia bem. E foi assim que surgiu a Beth Bakery, ainda virtual, apenas. Beth fazia tudo em sua casa, artesanalmente, com fermento natural, sem conservantes e outros ingredientes de nome esquisito dos rótulos dos supermercados. A produção era vendida semanalmente, nas fornadas – pedidos até quarta, produtos fresquinhos em casa na sexta. No começo, a própria Beth (e o Tiago, marido e parceiraço da Beth) fazia as entregas. Depois, ela precisou contratar um motoboy. Já não dava conta de levar em mãos cada um dos muitos pedidos.

Com a produção aumentando, Beth precisou de uma cozinha maior. Com uma cozinha maior, surgiu a Beth Bakery fora do mundo virtual. Uma cozinha de produção que virou uma lojinha de fábrica. E um lugar de muito amor. Amor de quem faz o pão, amor de quem come o pão, amor de quem vê pessoas felizes comendo pão.

por